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Desgoverno Brown quer classificação indicativa na Internet

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Andy Burnham, Secretário de Cultura, Mídia e Esporte do Reino Unido, disse em entrevista ao Daily Telegraph que está considerando a implementação de um sistema de classificação etária tal como existe na televisão para o sites na Internet e pretende apresentar o absurdo para Barack Obama para a criação de uma regra internacional única de controle de conteúdo para sites de língua inglesa. Como disse o editoral do Daily Telegraph na mesma edição:

Mr Burnham says that his own children are closely supervised when they use the computer. No impractical rating system is necessary in his household. It is as a parent, therefore, rather than as a politician that he is pointing the way forward.

O Sr. Burnham diz que seus próprios filhos são monitorados de perto quando eles usam o computador. Nenhum sistema de classificação indicativa impraticável é necessário em sua casa. É como pai, ao contrário de como político, que ele [Burnham] está indicando o caminho a seguir.

E esta não é a primeira vez que Burnham escuda-se na “defesa das criancinhas pobres e inocentes” para implementar a censura; aliás, isto virou o modus operandi desta gente, basta ver Magno Malta e Eduardo Azeredo. Num discurso ao Bureau de Publicidade na Internet, Burnham citou uma passagem insólita do Safer Children in a Digital World, relatório feito pela Dra. Tanya Byron (alguém que acha tempo para colocar no seu currículo que foi co-criadora da minisséria The Life and Times of  Vivienne Vyle). Transcrevo a passagem:

“I’m worried I’ll get lost on the internet and find I’ve suddenly got a job in the army or something.”

“Eu estou preocupado que eu me perca na Internet e descubra que eu, inesperadamente, aceitei um emprego no exército ou coisa assim.”

(9 year old boy)

(guri de 9 anos)

Ora, do jeito que está, é mais fácil ele arranjar um emprego no governo (tal qual Dra. Byron) como amplamente é citado no livro Total Politics – Labour’s Command State, o melhor retrato dos desmandos das administrações trabalhistas de Blair e Brown. E quanto a probabilidade do citado guri conseguir um emprego no Exército, seria mais fácil uma farta e cacheada juba loira nascesse na cabeça de Azeredo, já que a situação do Exército Britânico não é das melhores.

Verdade seja dita, a Dra. Byron saiu do clichê “um-tarado-à-espreita-de-crianças-inocentes” e trouxe um inovativo “perigo” para as crianças, que, curiosamente, o “vilão” seria um órgão estatal totalmente incapaz de discernir uma aplicação de emprego de um Zé Ruela de 9 anos da de um Zé Ruela cockney de 19 anos. Se bem que com a flagrante incompetência do desgoverno Brown em cuidar dos dados pessoais dos súditos de Sua Majestade Britânica, é bem possível que o Mr. Eu-Acho-Que-Me-Alistei-Com-9-Anos acabe na Sandhurst.

Boa notícia: Azeredo e Malta não são exclusividades brasileiras. Má notícia; Azeredo e Malta estão em todos os cantos do planeta…

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O dia a dia da censura na China

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O Daily Telegraph traz uma reportagem dizendo que a China será uma democracia em 2020. Enquanto isso não chega (e tenho minhas dúvidas), a polícia chinesa tem formas peculiares de censura:

Daily Telegraph/AP

Daily Telegraph/AP

O que o sr. policial diz na faixa é o seguinte:

Favor parar com qualquer congregação, parada ou demonstração.

Desnecessário dizer, que se tratando de China, quem não respeitar a faixa não terá um tratamento amistoso.

Desgoverno britânico quer criar o Imposto do MP3

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A administração trabalhista britânica vem, desde 1997 com o deplorável Tony Blair, atacando todos os direitos individuais possíveis e impossíveis dos súditos de Sua Majestade a Rainha Elizabeth II. Agora, tal governo, sob as mãos do ainda mais traste Gordon Brown, quer criar uma taxa de £30 (R$ 94,53) para que os britânicos possam trocar arquivos de música via Internet. Brown também quer criar a política do “three strikes”, que cortaria o acesso de vez a Internet na terceira vez que alguém baixar música ilegalmente.

 

P.S.: Espero que o Azeredo não se empolgue com a idéia.