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Ministério Público Federal de São Paulo não descansa

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A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo (a palavra “Direitos” não inclui direito de privacidade nem o direito de se expressar livremente) processa a Rede TV! devido ao fato do programa A Tarde é Sua ter entrevistado Lindemberg Alves e Eloá Pimentel. Desnecessário dizer que no processo há toda uma ladainha de “valores familiares” e coisas do gênero. Apesar do “dano” causado aos envolvidos na ação, eles não receberão uma patavina sequer, já que o dinheiro da indenização irá para o tal “Fundo de Defesa de Direitos Difusos”.

P.S.: Cara procuradora Fernandes, a OAB de São Paulo não aconselha o uso de “doutor” para quem não tem doutorado. Então, já está na hora de mudar o “Excelentíssimo Senhor ‘Doutor’ Juiz Federal…”

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  1. Mais a Sônia Abrão bem q mereceu!!!

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  2. E desde quando a merda da OAB entende de alguma coisa? Vai estudar antes de criticar os outros.

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  3. Venho através desta pedir justiça

    Sou mais uma vitima desse Policial Militar Sd.Uziel Ulisses de Almeida Leitão Junior.Que continua fazendo vitimas ,quem sera a proxima?No dia 25 de maio de 2009 fui mais uma vitima desse individuo .Chegou no local onde eu estava numa praça publica,a paesano de short sem camisa portando uma arma de fogo na cintura totalmente descontrolado.Ja chegou me agredindo com tapas e pontapés,não me dando chance nenhuma de me defender e correr.No desespero consegui ligar para 190 do meu celular,mas não ouve exito. Muito tempo depois chegou uma viatura da policia militar de numero 18117 Sd Meire também totalmente descontrolada e em seguida chegou meu irmão onde me conduziu até a delegacia.Só que a viatura chegou primeiro com o Sd Uziel Junior ja fazendo um boletim contra mim de vitima passando eu ser o acusado ,que pouca vergonha.Depois eu voltei a delegacia e fiz um BO de numero 384/2009 levei 2 testemunhas que estava comigo no local dos fatos .Onde tb foram ouvidas e contaram toda as agressões desse individuo.Peço as autoridades competentes que de atenção ao meu caso,pois não sou a primeira vitima desse policial militar.Que as autoridades competentes não deixem um monstro desses que continua fazendo tantas vitimas na nossa região.

    Desde ja agradeço
    Claudio Roberto Duarte
    RG 109.4314/MS
    Rua Admario Bota n 70 Floresta do Sul Presidente Prudente SP

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  4. PEDRO HENRIQUE

    Sou mais uma vitima
    Exelentissimo Senhor[a] Venho através dessa pedir uma atenção dessa perseguição.presenciei uma tortura. aqui na cidade que resido. em que dois policiais militar marcio canuto. lazaro canuto. torturavam um rapaz falei que iria denunçia veja so que perseguição multaro minha moto na garragem da minha casa..No horario da multa eu estava na propriedade da Usina Alto Alegre tenho varias testemunhas. A declaração afirma que eu trabalho no horario das 7:00 as 15:20.Realmente sou liberado no campo da roça esse horario, e depois levado até a usina em um ônibus da passo para uma perua contratada pela usina que leva os trabalhadores em casa,chegando em as 17:40 quando não tem nenhum emprevisto.O horario da multa ta marcado as 16:15, como posso ter sofrido essa multa se estava em serviço.A garagem da minha casa é trancada ,Pois moro com minha mãe e minha irmã deficiente,por isso minha mãe deixa a garagem trancada. Esses Policiais Sd Lazaro Canuto, Sd Marcio Canuto,Sd Alex Canuto e o que mais me persegue Uziel Ulisses de Almeida Leitão Junior.Me persegue a todo momento.O Uziel chegou a passar em frente a minha residência e me apontou o dedo fazendo gestos de gatilho de uma arma,quando ficou sabendo que tinha ido pedir providencia ao Promotor de Justiça no forum de minha cidade.La fiz a denuncia e ja assinei.Fui bem atendido.Depois da denuncia feita foi 2 policias na minha casa levar intimação do 18° Dpm.Fui até la,mas nao levei nenhum advogado pois não tenho condições de pagar.Chegando la me levaram para uma sala onde varios policiais militares sendo um deles pm Narciso Costa, ficaram ao meu redor fazendo pressão.Mandaram que eu assinasse um papel mas falei que eu não ia assinar pois não sabia do que se tratava e nem o que estava assinando.Ai o policial Narciso gritou o que voce acha que voce venho fazer aqui voce acha que sou algum palhaço? Dai fiquei com muito medo e assinei,mas pedi uma cópia desse papel e fui embora.Quando cheguei em casa mais calmo ,ai fui ler e entedi porque as vitimas desses policiais não conseguem nunca fazer justiça,eles protegem muito esses policiais.Colocaram nesse papel tudo ao contrario.Só colocaram o Uziel Junior e mesmo assim protegendo.Que pouca vergonha. São diversos abusos desses policiais militares como torturas,perseguição, multas de veiculos na garagem e outros.Só eu estou tendo coragem de denuciar na Promotoria e estou confiante que vai haver uma punição.Gostaria de fazer um pedido não só pra mim mas como para varios cidadão para trocar desses policiais para outra região fora da região 18 .Também para ajudar na investigação dos casos que eles estão envolvidos que não são poucos.Com esses policiais trabalhando com a viatura 18 toda hora intimidando as vitimas se torna impossivel uma investigação concreta. QUE BRASIL E ESSEDesde ja agradeço pela atenção de todos.PEDRO HENRIQUE COTINI DE ARAUJORUA PRESIDENTE PRUDENTE N°90FLORESTA DO SUL PRSIDENTE PRUDENTE EST. DE SÃO PAULO BRASIL

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    • Venho através desta pedir apelo pela nossa região por alguns atos que vem acontecendo, que neles estão envolvidos alguns Policiais Militares ,desde 2004 e nunca nem uma providência foi tomada.Resolvi então contar alguns casos que aconteceu Primeiro foi em Março de 2004 quando em Floresta do Sul distrito de Pres. Prudente quando Policiais Militares que chegaram na viatura com os PM Lazaro Canuto e pm Marcio Canuto,começaram a bater no rapaz ,batendo até cair ao solo com muito sangramento,ferindo a cabeça da vitima tendo que dar 19 pontos.Não se contendo em bater só na vitima,começou a bater em sua mãe que pedia que pelo amor de Deus para de torturar meu filho.E hoje se encontra com problemas psiquiátrico,um dos braços inchados devido a essa tortura que sofreu .O rapaz desmaio e os Policias saiu em fulga em alta velocidade sem prestar socorro algum que no caso chama-se omissão de socorro.A vitima cujo o nome Rodrigo Ricardo Bueno foi socorrido por ambulância da cidade e levado ao Pronto Socorro.Ao chegar no Hospital já havia varias viaturas não deixando levar o caso a delegacia de Policia Civil. No momento a vitima ficou internada em estado critico onde o pai no dia seguinte foi ao Batalhão 18° bpm onde foi comunicar o caso e foi muito humilhado. Dias depois o chegou uma intimação do 18 bpm intimação essa mandado pelo primeiro tenente pm Elsom Narciso Costa. Numero da intimação 040/12/04 onde não tomou nem uma providência ,e ainda intimidou a família a ficar calada.Os mesmos policiais estão ameaçando a família de morte e localizaram seu novo endereço.Que fica na Rua Aquias Gomes de Miranda N 832 Montalvão Presidente Prudente SP Brasil. As vitimas continua esperando a Corregedoria da Policia Militar DPM De São Paulo a se manifestar para reconhecimento fotográfico e confirmação da denuncia.

      O segundo caso aconteceu também em Floresta do Sul em Presidente Prudente, em 2004 ,quando vários Pms chegou num campo de futebol perguntando quem era de São Paulo? Sem saber de nada um adolescente de apenas 16 anos de nome Dener Ramalho Pontos levantou seu braço e disse: Sou eu. Sem saber do que se tratava e não devia nada mesmo foi saber o que os policias queriam .Pegaram o menor,colocaram dentro de uma das bases da policia militar que existia em Floresta do sul começaram a perguntar onde estava as coisas da chácara.O menor nem sabia de nada e nem sabia o que estava acontecendo.Então acharam que o menor estava mentindo começou a tortura.Os Policiais Militares cujo nomes são: Sargento pm Claudio Jose Balotari de souza que estava de folga , Sd pm UZIEL ULISSES DE ALMEIDA LEITAO JUNIOR, Sd pm Lazaro Canuto , Sd pm Alex Canuto, Sd pm Juliano e alguns da Força Tática de Pres. Prudente torturaram colocando a cabeça do menor dentro de um vaso sanitário,dando varias descargas e junto davam choques elétricos e varios chutes, onde o menor ficou sangrando em varias regiões do corpo.Não se contendo envadiram a casa da mãe do Menor , sem sua permissão onde provocaram danos aos seus pertences.Levaram o menor para o batalhão 18º bpm,onde dispensaram sem provas. No dia seguinte o padrasto e sua mãe foram até a delegacia 1º dp fizeram boletim de ocorência numero 584/04.Onde a mãe levou as testemunhas, e foi precionada pelo escrivão a não falar nada para não prejudicar os policiais e que fossem embora da região.As testemunhas foram embora da cidade com muito medo.Hoje a vitima se encontra em São Paulo tendo só um telefone para contato 11-4049-1817 Elias Oliveira Inacio ou Vanilma B.Souza Pontos pais do menor.Os pais foram reclamar também com esse primeiro tenente pm Elsom Narciso Costa que tambem não resolveu nada.e sempre protegendo os policias .Pedimos que as autoridades competentes tomem providências que possa de inicio transferir afastar das ruas ,e colocar policiais competentes que tem bastante ainda . DESDE JA AGRADEÇO

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      • GOVERNO FECHA CENTRAL DE ESCUTA DA PM-SP
        Folha.com 14/12/2012 – 06h40

        Governo desmonta central de escutas instalada na PM

        JOSMAR JOZINO DO “AGORA”
        ROGÉRIO PAGNAN, AFONSO BENITES, DANIELA LIMA DE SÃO PAULO

        O governo de São Paulo começou a desmontar uma central de escutas telefônicas que funcionava havia seis anos na sede do comando da Polícia Militar de Presidente Prudente (558 km da capital).

        O grupo, formado por cerca de 40 policiais militares, foi criado em 2006 pelo então secretário da Administração Penitenciária, Antonio Ferreira Pinto. Seu principal objetivo era monitorar presos da facção criminosa PCC.

        O órgão funcionava em uma parceira entre a SAP, a Secretaria da Segurança Pública e o Ministério Público.

        O coronel da reserva Homero de Almeida Sobrinho, que coordenava o grupo, foi dispensado pelo substituto de Ferreira Pinto na Secretaria da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, no último dia 6.

        A saída de Homero ocorreu uma semana após o Tribunal de Justiça de SP arquivar uma investigação sigilosa contra magistrados por suspeita de autorizar uma série de grampos de forma irregular. A apuração havia sido aberta por determinação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

        Apesar do arquivamento, delegados, promotores e juízes disseram à Folha desconfiar que no local funcionava uma central de “espionagem” que teria “grampeado” pessoas sem ligação com o crime organizado, como delegados.

        Autoridades do governo Geraldo Alckmin (PSDB) negam procedimentos ilegais. A Folhanão conseguiu localizar Ferreira Pinto ontem.

        GRAMPOS ILEGAIS

        A presidente da Associação dos Delegados, Marilda Pinheiro, disse que vai pedir hoje a abertura de inquérito policial sobre o caso. Segundo ela, a realização de escutas irregulares é amplamente conhecida na polícia.

        Ontem, Secretaria da Segurança Pública e Ministério Público deram informações contraditórias sobre o grupo.

        A secretaria diz que a central é coordenada pelo Ministério Público e trabalha com policiais cedidos pelo governo do Estado. A Promotoria, por sua vez, nega qualquer ligação com o grupo.

        Procurado, o coronel Homero Sobrinho afirmou que, como não ocupa mais o cargo, não iria se manifestar. Disse que o Comando da Polícia Militar e a secretaria deveriam se pronunciar.

        A PM disse que caberia à Secretaria da Segurança Pública dar explicações.

        O juiz apontado como o responsável por autorizar escutas disse à Folha que sempre agiu de acordo com os critérios legais. Afirmou ainda que a acusação que motivou a investigação contra ele foi um desespero de criminosos que eram investigados.

        “Quem se viu prejudicado por isso, e são vários criminosos, fazem mão do que em regra se faz em um processo penal: ataca o acusador. Esse tipo de distorção ataca o procedimento, ataca as provas.”

        A Folha não publica o nome do magistrado, a pedido do TJ, por questão de

  5. gostaria de deixar a minha tristeza quanto essa ‘nova’ da procuradoria dos direitos humanos de SP, que obriga a retirada de simbolos religiosos dos locais públicos. É de uma falta de gosto, para não dizer uma falta de serviço tamanha por parte desses tais. Os símbolos religiosos, mesmo que sejam tirados desses lugares, nunca seram tirados dos nossos corações. Basta lembrar, o dia de hoje em que se comemora São Lourenço, martirizado pela causa da fé. O maior sinal da religiosidade é que o próprio Deus, se fez homem, e habitou no meio de nós, quer queiram quer não. O comunismo começou assim. Tira-se a fé do povo, seus simbolos, seus direitos; proíba-se as manifestações religiosas, matem-nos, e “acabaremos”com eles. Se não creem na Palavra de Deus, estudem pelo menos a história. Oque sobrou dos hereges, dos ateus, dos comunistas russos, leninistas, etc? – Ruinas,dor, miséria. Misericórdia Senhor Jesus desse povo.

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    • As polícias civil e militar investigam a participação de oito policiais militares num suposto espancamento em Presidente Prudente. Uma das vítimas morreu. Laudos médicos vão apontar se a morte tem ou não relação com o caso. A mãe do jovem morto está revoltada por perder o único filho. Rodrigo Ferreira de Carvalho, 32 anos, é a vítima que aparece em várias fotos, com hematomas pelo corpo. Segundo a namorada dele, que não se identifica, Rodrigo foi espancado na noite de quinta-feira (24/12), véspera do Natal, por policiais militares. Ela conta que uma confusão teria começado em um bar, no Jardim Santa Fé, em Presidente Prudente. Outro jovem, que também não quer se identificar, relata que estava com o jovem que morreu, e também apresenta manchas pelo corpo. Ele diz ser vítima de espancamento por policiais militares. O Comandante do 18º Batalhão da Polícia Militar Geraldo Berardinelli, afirma que já abriu um inquérito policial militar. Ele diz que são 8 policiais e que em 40 dias deve concluir as investigações. A Polícia Civil também abriu inquérito para apurar o caso. Os laudos do exame de corpo de delito, feito no dia da ocorrência, e da necropsia, vão apontar se há ou não relação entre as agressões e a morte do rapaz. O Ministério Público vai acompanhar as investigações da Polícia Civil.

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  6. Tragédia em família de Policiais

    Um crime chocou os moradores de Presidente Prudente no primeiro dia de 2010. Um casal de policiais morreu ontem no fim da tarde. A suspeita é que o marido tenha matado a mulher e depois atirado contra o próprio corpo. O homicídio ocorreu numa casa no Jardim Evereste, por volta das 18h00. Segundo o boletim de ocorrência, ao entrar em casa o policial Everson Blaya Bueno, 32 anos, disparou três tiros na esposa Ednéia Mendes do Nascimento Bueno, 32 anos, que estava sozinha. A dona da casa é a mãe da policial que, momentos antes do crime, estava com a filha e as duas netas no local. Ela disse à polícia que não houve discussão antes dos disparos. Um dos tiros acertou no braço e, os outros dois, as costas da PM. Em seguida, o marido atirou contra o próprio corpo. O crime foi na sala da casa. Quando a polícia chegou a mulher já estava morta. O PM, foi socorrido, mas morreu a caminho do hospital. Segundo a polícia, os tiros saíram da arma que estava com o policial, que no dia estava de folga. O PM que morreu era conhecido como soldado Bueno, trabalhou por mais de 10 anos na 1ª Companhia da Polícia Militar de Presidente Prudente. Ele fazia o policiamento preventivo nos bairros. O crime surpreendeu os companheiros de trabalho. “Causou muita estranheza. O policial é a pessoa que tem que demonstrar muita calma e coerência pelo seu trabalho profissional. Isso nos deixa muito abalado e triste por perder dois profissionais, e dois pais de família, ele e ela”, conta o tenente da Polícia Militar Torchi Duro. A Polícia Científica esteve no local e policiais militares revistaram o carro do policial que morreu. Moradores vizinhos se concentraram próximo à casa, e alguns disseram terem ouvido os tiros, mas ninguém quis comentar o que aconteceu. Por ser um crime militar o inquérito será aberto pela própria Polícia Militar, que tem quarenta dias para concluir o inquérito.

    http://www.ifronteira.com/programas/sptv/noticias/index.php?id=11497

    Tv Fronteira Paulista

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  7. Policiais são investigados em morte de jovem http://www.ifronteira.com/programas/sptv/noticias/index.php?id=11483

    As polícias civil e militar investigam a participação de oito policiais militares num suposto espancamento em Presidente Prudente. Uma das vítimas morreu. Laudos médicos vão apontar se a morte tem ou não relação com o caso. A mãe do jovem morto está revoltada por perder o único filho. Rodrigo Ferreira de Carvalho, 32 anos, é a vítima que aparece em várias fotos, com hematomas pelo corpo. Segundo a namorada dele, que não se identifica, Rodrigo foi espancado na noite de quinta-feira (24/12), véspera do Natal, por policiais militares. Ela conta que uma confusão teria começado em um bar, no Jardim Santa Fé, em Presidente Prudente. Outro jovem, que também não quer se identificar, relata que estava com o jovem que morreu, e também apresenta manchas pelo corpo. Ele diz ser vítima de espancamento por policiais militares. O Comandante do 18º Batalhão da Polícia Militar Geraldo Berardinelli, afirma que já abriu um inquérito policial militar. Ele diz que são 8 policiais e que em 40 dias deve concluir as investigações. A Polícia Civil também abriu inquérito para apurar o caso. Os laudos do exame de corpo de delito, feito no dia da ocorrência, e da necropsia, vão apontar se há ou não relação entre as agressões e a morte do rapaz. O Ministério Público vai acompanhar as investigações da Polícia Civil.

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    • O Comandante do 18º Batalhão da Polícia Militar Geraldo Berardinelli, afirma que já abriu um inquérito PIZZA policial militar.

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    • Gostaria q a Corregedoria da PM fosse mais atuante com mais policias nas ruas olhando as diciplina talves esses policiais iria pensar melhor antes de faser um ato desse que denigre a corporação, pois me parece que esses policias são Juiz são Deus .

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      • Fui agredido por um policial militar em março de 2009, levei o caso a conhecimento público por um veículo de comunicação impresso de grande circulação no grande ABC, o Diário do Grande ABC, na ocasião fiz a denúncia junto à corregedoria da PM no município de São Bernardo do Campo, e logo em seguida me dirigi ao meio de comunicação citado acima, e em seguida fui a delegacia civil de São Caetano do Sul, onde sou morador e local na qual fui agredido.

        Dos fatos: “fui agredido em frente a minha casa e sem razão alguma, fato que pode ser provado, pois a ocorrência que os policiais foram atender, virou arquivo, segundo uma das vítimas”.

        Me aproximei dos aconteciemntos por se tratar de um domingo, por volta das 23h30minutos, na qual me encontrava dentro de casa e ao sair para conferir se os portões da minha residência estava fechado, me deparei com a cena de um policial, com arma em punho, gritando para um rapaz sem camisa correndo, pedindo que parasse, fiquei dentro de casa pois o fato havia se distanciado por alguns metros. Quando o rapaz parou o policial o imobilizou e o trouxe para próximo da minha residência, algo em torno de cinco ou seis metros de distância do portão da minha casa.

        Nesse momento já havia muita gente nos portões de suas casas para presenciar o ocorrido, pois a gritaria foi intensa, sai para verificar o que ocorria – como cidadão tenho direito de ver a atuação da polícia – na qual tem seus salários pagos por nós, todos nós contribuintes, quando o policial jogou o rapaz de rosto ao chão e o algemou, com o indivíduo algemado e deitado de bruços o policial colocou o joelho em seus punhos, que estavam algemados, pegou o cassetete e colocou na sua garganta, o enforcando, foi quando intervim, e em meio ao acontecimento, pedi de forma solícita e educada para que não agredissem o rapaz, pois o mesmo já estava algemado, o policial largou o cassetete virou-se para mim e disse que havia sido agredido pelo rapaz, então argumentei que o rapaz estava errado, mas que não precisava agredí-lo, pois estava imobilizado, nesse momento um outro policial gritou para que eu me calasse e saísse do local, no momento não pensei duas vezes, ao ver que era um policial comecei a me retirar do local, nesse exato momento o policial que havia pedido para que eu saísse começou a caminhar em minha direção e se projetou para pegar um cassetete que estava no chão, mas jamais imaginaria que o [editado pelo Reclame Aqui] fardado fosse me agredir, quando dei as costas para ele, o policial me atacou pelas costas com o cassetete na nuca, sofri um rápido desmaio e caí desacordado de “cara” no asfalto e logo me levantei com a visão escura e cambaleando, quando minha visão voltou, já estava todo ensanguentado e com uma dilaceração no buço, meu irmão de 36 anos e minha mãe de 72 anos presenciaram tudo, meu irmão saiu para me socorrer e foi tirar satisfação com o policial, que nesse momento estava estarrecido, pois imagino eu, que ele não acreditava no que fizera, meu irmão ao se aproximar do PM para tirar satisfação foi coagido por um outro PM que sacou sua arma, apontou para meu irmão e disse “que se desse mais um passo ele atiraria nele”, nesse momento meu irmão disse que iríamos para delegacia prestar queixa, eis que o policial que o coagiu respondeu, “pode ir, nos encontramos lá”, dando risadas e com “ar” de deboche.

        Tomei 20 pontos no buço e fiquei dez dias afastado do trabalho, fui atendido por um buco maxilo, pois suspeitavasse de fratura crânio facial ou de mandíbula.

        O que me deixa indignado e tentando entender, é que levei o caso a conhecimento público por um veículo de grande circulação, à polícia civil e à corregedoria da polícia militar e até agora nenhuma providência foi tomada.

        A título de informação, fiz o reconhecimento do policial e meu irmão também.

        E até agora espero ser chamado para audiência para levar esso caso até o fim, como disse no veículo de imprensa na qual fiz a denúncia, não sou mercenário, mas vou pedir indenização para o Estado, pois não devo nada e cumpro com todas as minha obrigações como cidadão e exijo meus direitos, fiz queixa [editado pelo Reclame Aqui] por abuso de autoridade e agressão física seguido de lesão corporal na delegacia civil de São Caetano do Sul e até agora, quase um ano e meio depois, “NADA”?

        Ontem, ao assistir o Jornal Nacional vi o que aconteceu com o motoboy que foi assassinado por PMs dentro do batalhão e me pergunto, isso pode acontecer? A imprensa não deveria dar mais atenção a esses casos?

        Se fossemos apresentar todos os casos de jurisprudência de abuso de autoridade, agressão e lesão corporal, praticados por policiais em âmbito nacional, quero dizer, só a partir do dia em que fui agredido até hoje, poderia dizer que estamos em guerra, e não moramos no Rio de Janeiro, Iraque ou qualquer outro lugar do mundo, onde alegam que os fatos são decorrentes da guerra real, isso se trata de desrespeito partindo de pessoas que são pagas para prover segurança, mas que não são capacitadas, qualificadas ou providas psicologicamente para atuar perante a sociedade.

        Sou jornalista formado e acredito que o que me deu forças para ir adiante foi essa posição social, mas pelo fato de não exercer a profissão e não atuar num veículo de comunicação, me parece que as coisas ficaram para trás.

        Espero que essa queixa seja publicada, que tenha chance e que esse caso, também, não fique impune, pois seria mais uma derrota da democracia e do estado de direito do cidadão.

  8. CPI-8 afasta dois policiais militares para apurar suposta agressão
    http://www.gruponoticia.com.br/view/?id=37072

    O CPI-8 (Comando de Policiamento do Interior) afastou das atividades operacionais dois policiais militares acusados de agredir dois homens sob suspeita de tráfico de drogas. O fato ocorreu na última sexta-feira (22), no Jardim Sumaré, em Presidente Prudente.

    Foto: Reprodução/TV Fronteira

    A identidade dos oficiais não foi revelada pelo órgão
    O vídeo foi apresentado à Polícia Militar por uma testemunha que achou agressiva a atitude dos policiais. Segundo ela, os dois homens estavam algemados quando foram agredidos pelos policiais.

    O CPI-8 reprovou a atitude dos policiais e instaurou inquérito policial militar para apurar a atitude dos PMs. A identidade dos oficiais não foi revelada pelo órgão. “Não são condutas regulares praticadas por policiais militares, está fora do procedimento operacional padrão. Diante disso, vamos instaurar um procedimento que vai apurar o que ocorrerá com esses policiais”, disse o tenente da Polícia Militar, Marcelo Moura. (Com informações do IFronteira)

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